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Sobre os sócios

NATE BUZELLI

Nate é diretor, roteirista e produtor, com vivência de festivais nacionais e internacionais, e experiência em toda fase da produção audiovisual. É Bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Anhembi-Morumbi, com passagem pela Santa Fe University of Art and Design (NM, EUA), e tem um Master of Arts em Filme, TV e mídias digitais pela SRH Hochschule Berlin.

Além do trabalho na produção cinematográfica, Nate é compositor, escritor, poeta publicado, historiador do cinema e entusiasta das artes.

"Para o artista, o importante é ser sempre curioso, se deixar instigar pelas dúvidas e buscar respostas, com o coração aberto e a própria humanidade em exercício."

Metas

"Eu quero, acima de tudo, que a minha carreira seja definida por um cinema global, um cinema de movimentos. E que este cresça em São Paulo. assim posso realizar o meu sonho, que é quebrar o ciclo de privilégios que existe hoje no mercado nacional; quero poder ajudar as pessoas a fazerem o mesmo".

Além de estabelecer o seu espaço como um grande cineasta, Nate quer mudar a estrutura de criação e produção do cinema no Brasil, criando um sindicato/união realmente funcional, que proteja os profissionais, os exponha para contratantes e garanta salários e horas de trabalho mais justos. O senho é eventualmente fundar uma universidade de artes unificadas. dentro do estado de São Paulo, em que a colaboração e a comunidade prevaleçam acima de tudo.

Referências

A formação cinematográfica de Nate é mais classicista, tendo crescido com os cinemas americano, britânico e francês dos anos 20, 30 e 40.

"De Garbo a Gabin, de Renoir a Hitchcock". 

Entre suas principais referências estão o já citado Alfred Hitchcock, Ingmar Bergman, Eric Rohmer, Steven Spielberg, Stanley Kubrick, John Ford, Wim Wenders, Alice Rohrwacher, Akira Kurosawa, Michelangelo Antonioni, David Fincher e Kzysztof Kieślowski.

Referências não são tudo, porém. Nate usa sua visão de mundo e experiência urbana como forma criativa e linguística para seus projetos. "Não posso negar a minha própria história e os meus movimentos. No fim do dia, são as próprias experiências a determinar meus temas, o ritmo e abordagem visual das minhas narrativas".

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